quarta-feira, julho 23, 2014

Á Procura de uma Saída

Olá de novo o/, fiz essa fic no começo da semana e só agora consegui postar aqui, ela e surgiu depois de ver uns filmes da Disney, umas passadas pela Wikipédia e uma lida no trabalho de alguns escritores, etc. acabou saindo isso, espero que goste.


Alto mar, singrando por tempestades constantes, o navio Jolly Roger cruza as águas como uma faca. Em seu interior, a tripulação maneja os lemes, o bosun (palavra sem tradução, de origem britânica, referindo-se a um tipo de superior de oficiais à bordo) segurava o leme e media forças contra as ondas. Normalmente seria o capitão ou o imediato a fazer tal trabalho, mas um solavanco forte no navio havia jogado o imediato no mar, um cuspe para o alto foi a honraria à morte do oficial, pouco ortodoxo, mas afinal de contas, aquele navio... era de piratas.

Em sua câmara, o capitão curiosamente se encontrava tranquilo, sua expressão era fria perante o caos lá fora e sua mão nunca tremia ao escrever seu diário de bordo, em seu íntimo, ele até gostava da situação e não havia tempo melhor para seu coração se deliciar do que uma turbulência, aquilo era como uma canção, ma música clássica ou uma ópera das quais tanto gostava e sentia falta. Em seu diário, ele continuava a escrever, calmamente.



Diário e bordo número 255-43-189, inverno.

"O navio Jolly Roger acaba de sair de uma intensa batalha nas cordilheiras do Norte, onde enfrentamos mais pragas voadoras, despejaram sete serpentes à bordo, onde duas delas picaram quatro de meus homens, felizmente, capturamos duas pragas, quando crescerem, serão bons substitutos, perdemos quatro e ganhamos duas, mais algumas informações que nos manterão livres de outras pragas por mais tempo.

Estamos nos dirigindo agora para a Isla del Fuego Muerto, onde talvez encontre as respostas de que preciso para sair deste lugar para nunca mais voltar. A Isla el Fuego Muerto fica localizada a meio dia de viagem, então talvez cheguemos sem mais intromissões até lá, talvez dê tempo."

O capitão pára ao escrever a última palavra, "tempo", era algo que ele detestava profundamente, de várias maneiras, ao passo que o queria desesperadamente. Com um profundo suspiro, os pensamentos do deprimido capitão James voltam à uma época em que ele aina era jovem, criança, com seu irmão juntos, eles brincavam de todas as brincadeiras e fantasias que uma criança poderia ter, seus pais eram britânicos, ricos, apesar de não haver outras crianças nas proximidades e suas casas, eles se divertiam bastante entre si, até o dia em que se perderam de seus pais.

Entre um gole de vinho e outro, James tenta relembrar o que aconteceu para que se perdesse com seu irmão, mas não consegue lembrar, compreensível, são muitas memórias em cima, cerca de cento e quarenta anos. a memória de repente lhe foge e James é obrigado a andar até a biblioteca, um pouco mais abaixo da câmara onde estava, somente á distância de uma escada de uns 3m, o capitão desce e verifica alguns pergaminhos, estão todos bem seguros do balanço o navio, fechados em gavetas, organizadas por números que só mesmo James consegue ver uma conexão.

Folheia e folheia, o capitão abriu uma gaveta e retirou um monte de pergaminhos que não mexia faz trinta anos, mas sabia o conteúdo certo de cada um deles, em fim, ele achou o que procurava para lhe refrescar a memória, uma lida de dois minutos era o bastante para isso, o suficiente para se lembrar daquele brilho no meio da rua, de como até mesmo a luz era arrastada para aquilo, de como pensavam estarem mortos logo após abrirem os olhos e se verem em uma ilha que nunca estiveram antes. 

James relembrou de tudo, quando ele e seu irmão passaram a se adaptar ao local e perceber que seus sentimentos interagiam com aquele lugar, quando estavam felizes, era verão, quando estavam tristes, era inverno, outros sentimentos determinavam estações que nunca tinham visto. 

Os dois irmãos, apesar de separados os pais, tinham um ao outro e isso lhes bastava para terem aventuras duradouras por aqueles tempos, um alegrava o outro, até que se passasse tanto tempo, a ponto de perceberem que não estava passando para eles, continuavam jovens e nem mesmo um fio de cabelo ou unha cresceram a mais desde que haviam chegado naquele local. James começou a ficar louco com aquilo, queria sair dali, voltar para casa e procurar seus pais,enquanto seu irmão queria continuar ali e se divertir para sempre, eles acabaram brigando, discutiram, lutaram, se cortaram, fizeram isso por quatro dias e quatro noites seguidas, a luta só terminou, quando o irmão de James lhe cortou a mão direita e a lançou à um animal, para comê-la, junto om a última noção de tempo que James tinha naquele lugar e de seus pais, um relógio a família.

A partir daquele dia, os dois nunca mais foram os mesmos um com o outro, o irmão de James pediu desculpas pelo que fez, James nunca o desculpou e nunca mais aceitou suas constantes tentativas de alegrá-lo, ele se encheu de raiva e depressão, o céu daquele lugar nunca se tornou tão negro quanto naquele dia, James amaldiçoou aquele lugar, colocou um metal torto no lugar de sua mão direita e abandonou toda a alegria que tinha, tornando-se o oposto de seu irmão, tornando-se um andarilho por aquele mundo estranho, um ladrão, um mercenário, um soldado, até se tornar o capitão que é hoje, o capitão Gancho.


bosun - "Capitããão!! Ele voltou!"

James - "Quantas vezes vou ter de recusar suas tentativas de me alegrar, Irmão?"

Apesar do climão de continuação, esse aqui é um one-shot, só tem esse capítulo mesmo, eu só quis colocar alguns dos meus pontos de vista sobre como funciona a Terra o Nunca (na visão do último filme da Disney), tipo, quando Peter não está na Terra do Nunca ou quando ele está triste, é inverno, quando ele está alegre, é verão, ou seja: de uma certa forma, ele controla o lugar, talvez por ser o cara mais feliz daquele mundo. Nessa fic eu fiz com que o Gancho também tivesse esse tipo de interação, sendo ele o cara mais deprimido daquele mundo e dei um motivo pra isso, mesmo porque, nunca me lembro do porquê o Gancho ser quem ele é, talvez porque nunca tenham contado mesmo.

Outro fator que tentei mostrar, foi como funciona o crescimento do pessoal de lá, achei que não era o ugar em si que faz o Peter ser sempre criança, mas a alegria dele, a medida que o Gancho fica triste (na fic), ele passa a crescer, mesmo naquele lugar, isso explicaria o motivo de haverem adultos naquele local, coisa que nunca entendi xD. E em fim, as constantes tentativas do Peter de alegrar o capitão (novamente, na fic), apesar de parecer um final triste, se você ver por um lado, a excitação da batalha, como quando James e seu irmão brincavam quando crianças, talvez seja a única coisa que ainda esteja mantendo o Gancho vivo, a única coisa que o faz feliz, até conseguir o que quer, sair daquele mundo, talvez, seja o único modo que Peter arranjou de se redimir, tornando-se seu antagonista, como quando eram crianças.

Então é isso, espero que tenham curtido ^^

segunda-feira, julho 14, 2014

[fan-fic] DETA 44 - Parte 3

E essa é a terceira e última parte, acreditem ou não, essa história toda envolveu uma outra bem antiga que eu li da Turma da Mônica, chamada Os Azuis (leiam, é bem bacana), um roteiro perdido de Power Rangers que li por aí e na ideia original, essa fic contaria uma versão de um personagem de Ben 10, chamado Paradox xD. então é isso, curtam o final aí o/

Parte 3 - Final

Aquilo não parecia correto, DETA 44 era um programa que apesar de complexo, não devia fazer tudo isso, Arnold Strazy viu que aquele não devia ser o DETA 44 original, quem iria garantir que aquelas informações fossem verdadeiras? Ainda havia a possibilidade de alguém estar fazendo uma brincadeira com ele, mas pra isso, deviam ter espiado a vida dele toda até aquele momento. Arnold pensava consigo mesmo sobre isso:

"(É isso, muita gente já sabia o projeto nos últimos anos,porque eu espalhei pela Deep Web, algum engraçadinho de á deve estar fazendo isso, isso me irritava naquele local... sempre aparecia algum troll pra fazer graça, querendo me hackear, etc... aqueles caras... o......não consigo... não consigo lembrar o nome deles, qual era... )"

Para sua maior comodidade, você não deve manter pensamentos sobre quem lhe ofendeu na Deep Web. Busque pensar em sua esposa.

Pela segunda vez no dia, Arnold dá um pulo da cadeira, aquela coisa, um programa, alguém controlando remotamente ou seja o que aquilo for, respondeu exatamente ao seu pensamento, a um pensamento.

"Quem é você?", perguntou Arnold "(e eu não tenho esposa)", pensou logo em seguida.

DETA 44

"... é... é um, fantasma, um tipo de alma..."

Negativo

"... demônios, alienígenas, eu sabia que devia vasculhar mais coisas da área 51..."

Negativo

"... ... o que é você?"

DETA 44

"Hum... espere... descreva sobre DETA 44."

DETA 44, projetado em 25/0/2020, programa de análise e remoção de vírus, constantemente adequado às preferências do usuário.

"Que eu me lembre, criei DETA 44 para ser um vírus e não um anti-vírus"

Negativo

"Como assim negativo?"

Arnold Strazy criou DETA 44 para ser um programa altamente adaptável a qualquer ameaças à sua segurança. Depois que sua esposa acidentalmente foi demitida da empresa de onde trabalhava, Arnold ficou obcecado pela criação do anti-vírus perfeito, o que foi possível com a criação do DETA 44, com recursos de comandos de voz, reunindo informações em um avançado sistema de análise de comportamento em conjunto com suas ações diante do computador, chegando ao ponto de prever com 95,8% e exatidão o que o usuário estiver pensando, atualizações para alcançar 100% de exatidão ainda em progresso.

"Que besteira, eu nunca fiz isso, DETA 44."

Diagnosticando, aguarde...


Frequência de voz confirma 94% de certeza. Diagnosticando, aguarde...


Diagnóstico completo, tomando medidas corretivas. Aguarde...

DETA 44 permaneceu na mesma tela por vários minutos, Arnold observava tudo aquilo esperando mais uma resposta, tentou mais comandos de voz, mas não obteve resposta, tentava mais comandos de voz até o telefone tocar, era um de seus amigos contando algo sobre a máquina que estavam projetando, ter ligado sozinha e essa vez, funcionado, mas explodido logo em seguida, Arnold conversou por mais alguns minutos até desligar o telefone, quando se voltou para o computador, a seguinte mensagem estava escrita, agora na forma de uma janela estilizada de como o DETA 44 tinha anteriormente. A mensagem dizia:

Correção concluída, DETA 44 foi desinstalado desta máquina, DETA 44 foi recuperado e reinstalado em sua máquina, todas as modificações feitas desde 25/ 01/ 2027 foram desfeitas, desculpe o transtorno.


Arnold verificou todas as pastas e viu que estavam todas exatamente como antes do dia 25/ 01/ 2027, clicou no programa novamente mas o que apareceu foi somente o programa padrão do DETA 44 de sempre, perguntando o caminho para iniciar a operação e infecção. Arnold nunca mais viu o DETA 44 'responder' à ele por comandos de voz, nunca soube o que aconteceu com o DETA 44 e decidiu apagá-lo por completo alguns dias depois.

Passando um mês, Arnod voltou a trabalhar para a mseSoft, aparentemente, o governo fechou o projeto, a explosão na máquina foi considerado um ataque terrorista e todas as pesquisas, dados em computadores sobre o projeto de dobra no tempo/espaço foram perdidas. A Deep Web voltou, vírus de computador novos também, assim como novas empresas de anti-vírus. Arnold vive uma vida normal hoje em dia, passou pouco tempo na mseSoft e resolveu se demitir, vivendo agora uma vida de viagens, onde conheceu uma mulher e se casou, seu destino hoje é incerto.

Em algum lugar


Senhor Strazy, está esquecendo de levar sua maleta.

"Obrigado DETA 44, eu não sei o que faria sem você, me lembro de 4 anos atrás em que você sumiu somente por 3 dias, a Web ficou uma loucura, se encheu com um vírus de computador que nunca tinha visto e nesse meio tempo, nem meus sapados eu achava, haha."

[fan-fic] DETA 44 - Parte 2

Parte 2

No dia seguinte, Arnold se levantou e novamente foi para frente do computador, viu que estava tudo na mesma, mas aquilo não era de todo mal, afina de contas, a web simplesmente não tinha mais vírus, malwares, trojans, etc. era como caminhar sobre um campo virgem e assim Arnold se sentiu, aquilo era muito estranho, mas ele estava satisfeito.

"Eu estou satisfeito", disse ele.

Súbito, uma tela do próprio OS surgiu com uma porção de informações, eram números, URLs, nomes de pessoas, etc. muita informação, muito confuso, surgiu como se fosse um imenso log mostrando um relatório de um trabalho feito, Arnold resolveu investigar aquela janela e viu que o registro de informações passava da casa o trilhão e continuava contando, aquilo era muito estranho, teria Arnold ficado com o último vírus do mundo?

Após algum tempo de análise, Arnold percebeu que era somente uma janela de log, passando informações que nem ele compreendia o que era, logo depois, viu um botão de cancelar, clicou nele e a janela se fechou, aquilo foi estranho, mas o pensamento e ter ficado com o último vírus do mundo o fez lembrar de algo: se todos os vírus do mundo haviam desaparecido, então, alguém finalmente havia acabado com o DETA 44, foi até a pasta onde estava o programa, mas ficou mais confuso ainda ao ver que estava tudo lá, todos os arquivos e pastas, mas surpreendentemente, haviam muitas outras pastas e arquivos do que o normal, era como se o DETA 44 tivesse sido atualizado e Arnold não se lembrava de ter feito isso.

*Cique* no DETA 44, o programa abriu e surgiu a seguinte mensagem:
Deseja mais alguma coisa?

Era novamente uma janela do OS e não do programa em si, que tinha um painel de controle personalizado, Arnold olhou para aquilo por algum instante, até outra mensagem surgir:

O reconhecimento de voz está aivado para sua maior comodidade

Essa outra mensagem ficou ali por mais uns cinco segundos, até voltar para a anterior, cinco segundos depois, voltou para a última mensagem, parecia um banner, Arnold teve a impressão de que era azarado ao ponto de ter ficado com o último vírus do mundo e esse ter infectado seu próprio "campeão" DETA 44, de qualquer maneira, tetou o comando de voz só por brincadeira, mesmo sabendo que aquilo não existia no DETA 44.

"DETA 44, diga meu nome", disse ele.

Seu nome é, ARNOLD STRAZY

Com um puo da cadeira, Arnold começou a olhar para os lados, aquilo só poderia ter uma explicação: alguém havia infectado seu computador e o DETA 44 ou alguém estava fazendo aquilo remotamente, devia ter algum microfone por ali ou talvez sua própria máquina tivesse sido grampeada.

"Pessoal do governo?", pensou ele, não... não é o estilo deles, se soubessem que as informações sobre o projeto de dobra no espaço tivesse vazado por sua conta, já teria sido preso a anos.

Arnold não tinha outra alternativa a não ser continuar "conversando" com o programa;

"... qual sua versão DETA 44?"

O conceito de versão é irrelevante para o programa DETA 44, atualizações constantes são feitas, ao ponto de qualquer versão mencionada já ser considerada obsoleta ao término da mensagem. É possível verificar o número e versões anteriores no painel de controle deste programa.

"... quem foi o autor das atualizações DETA 44?"

O autor foi DETA 44

"Hum... então está se atualizando sozinho... mas quem fez isso?", falou Arnold consigo mesmo.

DETA 44

"Tá bom DETA 44, encerrar programa de reconhecimento de voz e encerrar programa"

Impossível executar último comando, para sua maior comodidade, o DETA 44 está sempre em segundo plano.


"Que? DETA 44, desligar, desligar... ... ahn... "

*clica novamente no DETA 44*

"Ativar reconhecimento de voz"

Para sua maior comodidade, o programa e reconhecimento de voz é sempre ativado quando o programa é clicado.

"Tá, tá... DETA 44... se desinstale"

Comando recusado, para sua maior comodidade, o DETA 44 não pode ser desinstalado

"... pff, CCleaner, vou perder um trabalho inteiro mas não to afim de ser grampea..."

CCleaner foi desinstalado para não por em risco a integridade do DETA 44

"Mas que droga!... preciso me acalmar... preciso..."

Uma enfermeira está sendo direcionada para sua casa neste momento, tempo estimado, cinco minutos.

"Que? Que história é essa?"

Era uma vez... um homem chamado Arnold Strazy, Arnold era um homem que trabalhava em uma empresa chamada mseSoft, ele era um programador profissi... clique para ver mais

"Po#@!!"

Intrigado e confuso com tudo aquilo, Arnold ficou sem saber o que fazer, o programa simplesmente lhe respondia qualquer coisa que ele falasse ou perguntasse, sem mais outra opção, clicou em clique para ver mais e o que ele viu foi um texto homérico com os principais detalhes sobre sua vida, mas com detalhes estranhos em algumas partes, como uma esposa (que nunca teve) e vários passagens sobre lugares estranhos e coisas que nunca fez. Então, Arnold viu uma passagem de três dias atrás que o deixou vidrado na tela o computador lendo e relendo aquilo por 4 minutos inteiros, até alguém bater na porta.

"Ah... emergência? Não, não, foi engano, me desculpe"

Era uma enfermeira muito bonita com uma caia de calmantes na mão, Arnold levou uma bronca por passar trotes para a farmácia, ele disse que deve ter sido outra pessoa e ficou por isso mesmo, a enfermeira foi embora e Arnold voltou pra frente do computador, onde logo ordenou:

"DETA 44, especifique o que ocorreu às 13h, 3 dias atrás."

... durante o experimento, a dobra no tempo e no espaço foi diagnosticada com 85% de chances de causar uma ruptura espacia/buraco negro, o que ocasionaria na destruição de Arnold Strazy, o DETA 44 então impediu que isso ocorresse ao reformular os números da fórmula

1 erro não pôde ser corrigido

[fan-fic] DETA 44 - Parte 1

Boa noite o/

Faz bastante tempo que não posto por aqui, mas é mais por causa do tempo mesmo (e porque me faltou inspiração xP) de qualquer maneira, ainda vejo gente vindo pra cá, pelo menos pra ver os posts com mais visualizações, como o do Slenderman , Thereza Fidalgo e do Sanduíche da Subway xD. Por isso vou me esforçar pra continuar postando pelo menos uma vez a cada semana.

Hoje eu vou postar uma fic que me veio na cabeça hoje de manhã, postei num fórum de Naruto pra não esquecer  xD. Era pra ter só uma parte no começo, depois estendi pra mais uma parte e acabou ficando em três,a história inicial também mudou completamente, mas acho que ficou bom, avaliem aí ^^


Parte 1
25/01/2020

Era uma vez... um homem chamado Arnold Strazy, Arnold era um homem que trabalhava em uma empresa chamada mseSoft, ele era um programador profissional, se considerava o melhor na sua área, conseguiu criar inventos inéditos na robótica e até mesmo patenteou seu próprio vírus, chamado DETA 44. Sim, um dos trabalhos de Arnold era cuidar da segurança, ele usava seu vírus e a segurança tinha de aperfeiçoar seus sistemas para se proteger, o diferencial do DETA 44 é que ele era um programa que analisava o "alvo" e começava a verificar todas as medidas existentes para invadi-o, por isso, ninguém conseguia se livrar dele 100%, a avaliação chegava ao ponto de ver quem conseguia ficar por mais tempo sem ser infectado pelo vírus, ou resistir até que o próprio vírus acionasse sua programação de "autodestruição" e saísse da máquina, que era um tempo de 44 dias, nesse meio tempo, o DETA 44 se adaptava a toda e qualquer segurança, passando por tudo e fazia o que Arnold quisesse com a máquina.

15/ 07/ 2020

Arnold se destacou tanto em seu trabalho, que foi contratado pelo governo dos EUA para trabalhar em um projeto especial, algo inédito na história da humanidade, consistia em criar uma máquina que pudesse dobrar as propriedades do tempo e o espaço, meio complicado, mas basicamente, não era uma máquina do tempo e sim um protótipo e meio de transporte instantâneo ou falando muito por alto, um teletransportador.

Arnold ficou sem muito o que falar, já que sua área não era bem Física Quântica, mas Informática, os contratantes no entanto, disseram que precisavam de alguém na parte técnica para programar a máquina com exatidão e trabalhar junto com os Físicos. Naquela época, Arnold já estava ganhando bem na empresa, mas viu aquilo como uma oportunidade de ouro. Bom... Arnold tinha se tornado um cracker ao longo dos anos, vivia perambulando pela Deep Web e se arriscou uma vez a usar o DETA 44 para roubar 580 Milhões de Dólares de um banco europeu, então, como todo cracker ele tinha em mãos a oportunidade de ouro padrão dos crackers: invadir o Pentágono, saber se existia mesmo a tal área 51, etc. quanto mai próximo, melhor.

25/ 01/ 2027

Projeto pronto, era o dia do teste, Arnold estava satisfeito com o que tinha feito, embora tenha sio realmente pouca sua participação, restrita mesmo à área de computadores mesmo, mesmo assim, tinha ganho toneladas de dinheiro e nov final das contas, descoberto que não havia nada demais no Pentágono, pelo menos quase nada do que já não soubesse no dia em que entrou nessa, quanto a ta área 51, só conseguiu rastrear um loca abandonado, seu enfoque se voltou para seu trabalho desde então e esse era o dia do teste.

"5... 4... 3... 2... 1... LIGAR!!"

... nada, algumas horas depois de duas tentativas, algumas correções aqui e ali, o projeto se mostrou um grande fracasso, bem... de volta ao planejamento.

Ainda na noite do teste, Arnold estava dirigindo até sua casa, não estava decepcionado, tinha certeza de ter feito tudo de sua parte, se houve algum erro foi da parte dos tais Físicos, ou então aquilo tudo era só alguma fachada para um tipo de "obra superfaturada", chegou a pensar ele. Depois de passar duas horas na frente de um engarrafamento embaixo de um semáforo com defeito, Arnold conseguiu chegar em casa, finalmente, hora de dormir.

Infelizmente, o sono não veio, Arnold resolveu se levantar e ir comentar na Deep Web o que havia feito, tudo o que havia acontecido, ele na verdade já vinha fazendo isso a alguns anos, desde a época que achava que iria descobrir alguma coisa no Pentágono. Logo de cara, ao entrar no navegador, Arnold percebeu que suas preferências estavam todas desmarcadas, ele estranhou aquilo e logo executou um anti-vírus, embora considerasse o que ele usava um lixo, embora fosse o melhor do mercado, de acordo com tudo o que ele conhecia, enquanto isso, entrou na Deep Web logo de cara... outra surpresa: a Deep Web inteira parecia ter desaparecido, pelo menos a que ele conhecia, os fóruns, as comunidades que ele participava, foram todas apagadas, depois e horas e horas tentando, ele conseguiu encontrar uma nova comunidade feita por membros antigos de uma das que foram apagadas, o pessoal que ele conhecia, mencionou que todos os fóruns e sites antigos da Deep Web haviam sido apagados sem explicação nenhuma, Arnold tentou perguntar mais coisas, mas quando ia enviar sua mensagem, o fórum em que estava acabou sendo apagado também, passados alguns minutos, Arnold desistiu e foi dormir, estava com muito sono.

terça-feira, abril 01, 2014

Reencontrando Velhos Amigos

Bom, em primeiro lugar, não sou dos que acham que crianças têm um coração puro e etc. no entanto, quando crescemos, esquecemos de algumas coisas da época de quando éramos crianças, algumas coisas boas e sempre é bom relembrar.

Ontem a noite por exemplo, eu estava só no meu quarto, numa noite de chuva,  quando e repente ouço um barulho subindo as escadas e passando pelo corredor de fora, eu agucei o ouvido pra ver se se pareciam com passos de alguém, mas só ouvia um barulho, desliguei a luz e fui ver o que era, olhando para fora... nada, pouco tempo depois, o mesmo barulho, de alguma coisa batendo, voltou e agora estava no quarto ao lado (vazio), me levantei e fui ver já sabendo o que era: um inseto, como os vários outros que entram aqui em dia de chuva, desde que me mudei para uma casa nova por aqui.

Esse inseto era bem diferente dos outros, ele não era uma mariposa ou os grilos que costumam entrar, dese que me mudei, era maior, realmente não consegui identificar na hora, então não sabia exatamente o que fazer, só peguei uma vara e tente enxotar ele à distância até a porta, o coitado ia até lá e voava depois, eu tentei me aproximar mais pra ver se conseguia enxotar em outros ângulos mas ele continuava voando pra ouro lados. Não tenho nojo e inseto, mas ficava com receio se eles poderiam trazer alguma doença ou então de que voassem pra minha cara. tentei então continuar enxotando até que ele voou pra um local de difícil aceso, fui então de volta pro quarto abrir a internet e ver que bicho era aquele, na ora que boto a mão no computador, ao lado, aparecia mais um inseto grane e verde, pensei que era o mesmo do quarto ao lado, mas era outro e esse eu reconheci na hora, era um louva-deus/põe-mesa, tive o mesmo instinto de ir pregar a vara pra enxotá-lo, mas de repente, aquele louva-deus me trouxe uma memória: é que quando criança, eu não tinha com quem brincar, meio porque minha família ficava se mudando de casa em casa, meus únicos amigos até eu encontrar algum grupo a escola ou fazer algum amigo, eram justamente esses insetos, como o louva-deus, que na minha infância, eu admirava tanto.Geralmente comparava com Pokémons, que na época eram febre.

Abri finalmente a internet e identifiquei o inseto do quarto ao lado, era um gafanhoto, lembrei que ele não fazia mal algum, à não ser que você fosse uma planta, já o louva-deus, fazia justamente o trabalho e comer insetos pequenos, como moscas e formigas.

Lembrei então das minhas primeira revistas Mini Monstros e Mini Bichos, eram revistas antigas, que eu colecionava quando criança, vinham com uma porção de informações sobre diversos tipos de insetos, então comecei a me lembrar de cada um que já invadiu minha casa e pude identificar que a maioria deles, não me trazia ameaça alguma, na verdade, lembrei que boa parte, eram justamente meus velhos amigo de infância. Tenho de admitir, estava sentindo falta de vê-los novamente.



E caso alguém aí tenha medo de insetos, aqui vão algumas dicas:



Louva-deuses, não causam mal algum, eles geralmente vão fugir de você, por favor, não os mate, ele é muito bom para acabar com insetos menores que possam vir a incomodar você.



Gafanhotos: como já disse: se você não é uma planta, não tem porquê ter medo, você pode se machucar sim, com ele, mas só e tentar pegá-lo de mãos limpas, pois ele tem algo como se fossem espinhos nas pernas, no mais, só deixe ele por ali, ele vai embora com o tempo, caso voe pra cima de você, coisa que é bem improvável, é só tapar o rosto e ir andando até uma parede, se ele não se soltar de você no caminho, é só colocar ele perto a parede ou objeto, que ele vai pra lá.



Grilos: só deixe eles em paz, assim como todos os citados acima, ele só entrou em sua casa por engano ou pra se abrigar da chuva. O máximo que ele pode fazer é te incomodar ao dormir com sua cantoria.




Piolhos-de-cobra//Embuás: existem dois tipos, primeiro os vermelhos, eles podem transmitir substâncias que são nocivas em contato direto com a pele, mas eles não vão espirrar nada em você e nem vão te atacar, simplesmente pegue um papel, como os de loteria, dê uma cutucada em qualquer parte do corpo ele e veja ele se enrolar pra se defender, então, com outro papel, ou se tiver jeito, com um só papel, erga aquele enroladinho e jogue-o fora (caso ele se mecha no meio do caminho, é ó dar uma sacudida no papel, que ele volta a se enrolar). Já os negros, que parecem ser mais cascudos e  possuem borda amarela, são mais perigosos, pois não se enrolam (a não ser por alguns segundo, quando se sente realmente ameaçado) e costumam andar mais rápido, somente os guie, novamente com um papel, formando uma parede na frente deles, faça isso até encontrarem alguma porta. Não os confunda com lagartas, que podem ser venenosas, piolhos-de-cobra no máximo causam queimaduras, mas são muito menos graves do que as de um potó (ver mais à frente), as vezes o líquido que ele solta pelo corpo (um tipo de tinta) não causa reação alguma e as vezes pode causar uma pequena ardência. Curiosamente, esse é um do meus bichos favoritos.



Percevejos: eles podem picar você, mas são menos inofensivos do que um mosquito, já que a picada não transmite doenças e no máximo vai causar alguma coceira, só pegue eles com algum papel e jogue fora.



Aranhas: essas sim podem ser perigosas, todas têm veneno e se vir que uma é peluda, sinto dizer que você tem de matá-la, pois uma picada, pode te levar à morte, embora eu goste de aranhas, tenho de admitir que daí já é uma questão de vida ou morte. No entanto, se forem aranhas de jardim, ou mesmo aquelas aranhas vermelhas, que se encontram no fundo e caixas velhas, o veneno delas, se é que você vai sentir, só tem potência para causar leve dormência, numa região de 1 ou 2 centímetros da mordida, não precisa fazer nada com essas, já que elas servem para pegar insetos menores.



Besouros: não dá pra falar de cada um, porque existem mais e 400.000 espécies pelo mundo todo, dos mais variados tipos, existe até um besouro com um canhão de líquido quente no abdômen, chamado de besouro-bombardeiro. Mas talvez o mais relevante a se falar é o potó, muito conhecido no Nordeste, existe até o termo "mijada de potó" associado à esse inseto. Os líquidos dentro do Potó chegam a causar queimaduras de segundo grau, então, se for para algum lugar onde eles existem, tenha em ente de não ter o instinto de matá-los, caso pousem em você, somente os espante co a mão mesmo.



Mariposas: cuidado, algumas, ao entrar em contato com a pele, podem causar coceiras e outras, causam até dermatite por uns dias. Elas são atraídas pela luz, a melhor maneira de se livrar delas é apagando a luz e saindo do quarto onde está.

Esses foram o que consegui pensar, são os principais invasores de casas, se alguém quiser mencionar algum nos comentários, pode falar que eu coloco aqui também.